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terça-feira, 10 de setembro de 2013

HDRs POR AÍ

High Dynamic Range (HDR, ou Grande Alcance Dinâmico, em português) são métodos utilizados em fotografia, computação gráfica ou processamento de imagens em geral, para alargar o alcance dinâmico (o trecho entre o valor mais escuro e o mais claro de uma imagem). A intenção dessa técnica é representar precisamente nas imagens desde as áreas mais claras, possivelmente iluminadas diretamente por uma fonte de luz até áreas mais escuras, possivelmente em sombras.

Utilizam-se diferentes tempos de exposição numa série de fotografias para atingir-se o grande alcance dinâmico, técnica desenvolvida na década de 1940 por Charles Wyckoff, para fotografar detalhadamente explosões nucleares. Com a ascensão da fotografia digital e software que facilitam a criação de imagens com grande alcance dinâmico, a técnica se popularizou. Abaixo, alguns HDRs os quais eu achei que ficaram bem legais !!!!

FLORESTA DA TIJUCA - BRASIL

CENTRAL PARK - USA

BIG SUR - USA

VIU MANENT - CHILE 

GALÁPAGOS - EQUADOR  

Em breve postarei outras fotos em HDR.

quinta-feira, 21 de março de 2013

California 1 - Big Sur

Novamente eu e minha esposa fizemos a rota 1 americana, e novamente ficamos com um gosto na boca de quero mais. 

Dessa vez fomos de San Francisco a San Diego, sendo essa última cidade, a escolhida para fazermos o enxoval de nosso primeiro filho. Porém optamos, novamente também, passarmos pela Big Sur.

Nessa segunda vez, paramos em lugares nos quais havíamos passado direto na vez anterior e também tivemos a oportunidade de curtir uma paisagem bem diferente, proporcionada pela neblina que estava no dia, uma mesma paisagem com uma visão diferente. Não tem muito o que se falar da Big Sur, as imagens valem mais do que qualquer texto que eu escreva aqui.

 
 



 

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

DE SAN FRANCISCO A SANTA MONICA PELA "ROUTE 1" (PARTE 3)

Voltando para "Route 1", essa postagem irá falar sobre o trecho que faz a fama dessa estrada, o trecho da Big Sur. Com aproximadamente 160 incríveis quilômetros de penhascos e o infinito do Oceano Pacífico como cenário de fundo, ela é considerada uma das estradas mais bonitas do mundo.


Porém, antes de pegar a Big Sur, fomos conhecer o Monterey Bay Aquarium, que é a principal atração turística de Monterey. O aquário é legal, somente legal.

Ver os animais confinados a pequenas áreas não me agradou muito, como mergulhador, eu garanto, que é muito melhor vê-los em seu habitat. Uma cena chegou até a me lembrar do filme Happy Feet, quando um pássaro marinho ficava mergulhando em direção ao vidro. Apesar desses pontos, lá também tem algumas atrações legais como a áreas das águas-vivas, as florestas de kelps e algumas outras atrações educativas. Quem quiser ver outras fotos das águas vivas, pode acessar o link abaixo:




Não ficamos mais que duas horas no aquário e fomos ao que interessava, a Big Sur. Não tem muito que falar sobre a Big Sur, as imagens dizem mais do que qualquer texto que eu escreva aqui. Apenas umas dicas valem apena serem ressaltadas:

1 - Tente parar no máximo de "Vista Points" (mirantes) que conseguir;
2 - Onde tem carro estacionado, tem algo legal para ver;
3 - Em hipótese nenhuma deixe de parar em "Julia Pfeifer" a primeira foto da postagem;
4 - Leve um CD, Pen Drive, qualquer coisa para ouvir música, pois na estrada só pega uma rádio mexicana muito chata;
5 - Para quem estiver disposto a gastar US$ 2.000,00 em uma diária, tem hotéis super luxuosos nos quais os quartos ficam na beira dos penhascos e;
6 - Não tenha pressa, aproveite cada vista e cada paisagem.











Nunca demorei tanto para fazer 160 km, foram aproximadamente umas oito horas até chegar ao hotel aonde passaríamos a noite, que ficava localizado em Pismo Beach, lugar o qual fará parte da próxima postagem.

Baixo os links para as partes 1 e 2: